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CURSO LIDERANÇA E DESENVOLVIMENTO DE EQUIPES

No período de 18 a 22/07/16 de 19hs às 22hs, estarei apresentando o Curso “LIDERANÇA E DESENVOLVIMENTO DE EQUIPES” em parceria com o UNIBH. Não perca esta chance! Faca já sua inscrição! http://unibh.br/extensao/cursos-de-curta-duracao.LIDERANÇA - JUL16 - UNI

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CURSO DE LIDERANÇA E DESENVOLVIMENTO DE EQUIPES

LIDERANÇA - MAR15 - ULTIMA CHAMADA

LIDERANÇA E DESENVOLVIMENTO DE EQUIPES!

LIDERANÇA - BNH OUT13

“GESTÃO COM PESSOAS – TEMAS PARA REFLEXÃO” É DESTAQUE NA REVISTA EDUCAÇÃO E OPORTUNIDADE DO SENAC!

REVISTA SENAC 001

MULHERES EM DESTAQUE

CORONEL CLÁUDIASemana passada, dia 24/04, tive oportunidade de participar de um belíssimo evento promovido pelo Conselho da Mulher Empreendedora da ACMinas. A convidada foi a Coronel Cláudia Romualdo, Chefe do Comando de Policiamento da Capital, primeira mulher em 236 anos da Polícia Militar de Minas Gerais a ocupar este cargo. O acerto não teria como ser maior: a Comandante é um fenômeno! Deu um show de apresentação em termos de simpatia, competência, liderança, respeito ao ser humano e espiritualidade, aspectos aparentemente incompatíveis no meio militar. Pena que daqui a três anos vai para a reserva…Parabéns à Comandante!  No meio de tanta corrupção e abuso de poder, é de profissionais como ela que o nosso País precisa!

GESTÃO COM PESSOAS: QUEBRANDO PARADIGMAS

Paradigmas são crenças cristalizadas que influenciam o comportamento das pessoas e das organizações. Existem alguns paradigmas ultrapassados em termos de gestão com pessoas que comprometem fortemente o alcance dos resultados estratégicos das empresas e precisam urgentemente ser mudados. Vejamos alguns dos mais importantes na prática.

Paradigma 1: O objetivo de uma organização é a obtenção de lucro a todo custo, não importando para isto os meios utilizados.

Quebra do paradigma: o verdadeiro objetivo de uma organização, qualquer que seja, na sua essência, é a contribuição para o bem estar social e para a valorização do ser humano. O lucro, apesar de absolutamente necessário, é consequência desta contribuição. Organizações verdadeiramente comprometidas com o social obtêm elevados níveis de lucratividade.

Paradigma 2: O ser humano é um recurso, e como tal pode e deve ser substituído ou descartado a qualquer momento ao primeiro sinal de crise ou problema enfrentado.

Quebra do paradigma: Não existe mais gestão de recursos humanos e sim gestão com pessoas. Pessoas são o maior patrimônio de uma organização e, como tal, não podem ser maquiavelicamente descartadas. Pelo contrário, devem ser valorizadas em termos de investimento, participação e reconhecimento. Demissões representam perda do capital intelectual da organização e devem a todo custo serem evitadas.

Paradigma 3: O ser humano é preguiçoso por natureza, tem aversão ao trabalho, e como tal deve ser fiscalizado e controlado a todo instante, caso contrário não gerará produtividade.

Quebra do paradigma: O ser humano, independentemente do nível hierárquico, quando devidamente reconhecido e valorizado, se apaixona pelo seu trabalho e gerará elevados índices de produtividade.

Paradigma 4:  A empresa é composta de cabeças pensantes, ocupadas pelos profissionais lotados nos cargos de chefia e de mão de obra, ocupada pelos empregados operacionais. Aos ocupantes dos cargos de chefia compete pensar, aos ocupantes dos cargos operacionais, compete produzir.

Quebra do paradigma: Não existe mão de obra, existe cabeça de obra. A empresa é composta de cabeças pensantes, independentemente do cargo que o empregado ocupa. Todos podem e devem utilizar o conhecimento como forma de alavancar a produtividade.

Paradigma 5: Gestão dos recursos humanos é responsabilidade dos profissionais da área de recursos humanos, aos ocupantes de cargo de chefia compete somente gerir tecnicamente seus processos.

Quebra do paradigma: Não existe mais gestão de recursos humanos, existe gestão com pessoas e esta gestão é de responsabilidade de todos os ocupantes de cargos de liderança da empresa: supervisores, coordenadores, gerentes e diretores. Os profissionais da antiga área de recursos humanos devem funcionar como assessores dos ocupantes dos cargos de liderança.

Paradigma 6: Treinamento é custo e como tal dever ser reduzido ao mínimo necessário.

Quebra do paradigma: Treinamento não é custo, treinamento é investimento. Quanto mais se investe na capacitação e desenvolvimento dos empregados, maior a produtividade e a rentabilidade da empresa, e este retorno financeiro compensa em elevado nível todos os gastos.

Paradigma 7:  O bom empregado é aquele que não contesta as ordens dos seus superiores imediatos. Manda quem pode, obedece quem tem juízo.

Quebra do paradigma: O bom empregado é aquele que contesta, de forma adequada e no momento certo, as ordens dos seus superiores imediatos. Ouvir os liderados sempre que possível, antes de tomar uma decisão, leva a obtenção de comprometimento e bons resultados.

Gestão com pessoas veio para ficar. As empresas realmente maduras e que já quebraram de forma concreta estes paradigmas estão obtendo excelentes resultados. Vale a pena refletir sobre o assunto e colocar em prática.

 

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