O “BOOM” DA DEMOCRACIA

democraciaPerdoem-me meus caros leitores o cacófato do título acima e mesmo o termo de baixo calão de desabafo, mas não sabemos se abunda um “boom” da democracia ou abunda uma “bunda democracia” em nosso País!

Por um lado, nunca se viu antes na história deste País, liberdade de expressão em tão alto nível. Nas ruas, nas praças, nos jornais, no rádio, na TV e na mídia eletrônica em geral, todo mundo fala livremente o que quer e do jeito que quer, sem nenhum tipo de repressão. Vozes e manifestações se elevam por todos os cantos e a impressão é que os generais passaram a entender que o povo tem pleno direito de se manifestar.

Por outro lado, infelizmente, vemos um monte de besteiras sendo espalhadas, poluindo severamente o ar. Vale a pena algumas destacar.

Jovens estudantes, manifestando-se contra uma PEC,  sem nem saber o que significa PEC ou mesmo nunca ter lido qualquer um de seus artigos, invadem escolas prejudicando milhões de outros colegas e gerando prejuízos enormes ao País. Como trainees mal treinados, apoiados por grupos extremistas, pegam microfones em cima de carros de som nas ruas e em praças públicas atrapalhando a vida do cidadão trabalhador e gritam em altos brados, como papagaios, o jargão “Fora Temer”, sem pensar que foram seus próprios pais que o colocaram na presidência em uma chapa com a presidente que foi “impichada”. Esquecem-se também  que, se o tirarem de lá, por mais que procuremos, não teremos no momento em nosso estoque de parlamentares outro líder confiável para colocar em seu lugar e a história provavelmente se repetirá.

No rol destas manifestações absurdas, alguns cidadãos menos avisados, gritam levantando faixas e pedindo a volta da ditadura militar. Mal sabem estes infelizes que se este fato acontecer (que Deus não o permita!), eles serão os primeiros a serem calados e, brutalmente, obrigados a engolirem suas faixas, sem nem poderem respirar.

No Congresso, um Deputado fascista, ex-policial, faz afirmações absurdas  que fazem Hitler e seus generais tremerem de satisfação no túmulo: “O erro da ditadura foi tortura e não matar”, “eu seria incapaz de amar um filho homossexual. Prefiro que um filho meu morra do que parecer com um bigodudo por aí”, “A PM não deveria ter matado 11, mas 1.000 (sobre o massacre de Carandiru) e outras “pérolas” mais. O pior é que aparece um monte de gente que se diz séria para o apoiar. Influenciados por esta linha fundamentalista de pensamento, reivindicam a implantação da pena de morte, como se esta trouxesse a solução. Esquecem-se os incautos e inconsequentes que, se implantada esta punição em nosso País, muitos deles seriam os primeiros a serem eletrocutados!

Uma sequência de grandes escândalos e fatos inusitados acontecem todos os dias, deixando todos estupefatos. Empresas de grande porte beiram à falência tendo seus patrimônios vilipendiados, grandes figurões provenientes dos meios políticos, públicos e privados (melhor seria dizer provenientes das “privadas”) acusados de corrupção  são presos e carregam consigo outro bando de mancomunados, figuras estranhas com discursos antidemocráticos e inflamados são eleitos fazendo promessas mirabolantes que logo nos primeiros dias de poder serão apagadas…

E assim caminha a nossa infeliz humanidade; demasiadamente humana para enxergar o “boom” da insanidade!…

 

 

 

 

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QUE PENA! INFELIZMENTE É VERDADE!…

Que pena! Infelizmente, é verdade!

lula-vejaÉ verdade que um dos nossos Ex-Presidentes da República, considerado um dos maiores líderes que o Brasil já teve,  é um réu acusado pela Polícia Federal de ser chefe de uma organização criminosa, de praticar corrupção, de desviar verbas públicas e de enriquecimento ilícito.  Seu Partido, uma das maiores fontes de esperança de mudança que o País já teve, foi à bancarrota, vários assessores próximos dele já foram presos e ele próprio corre o risco de ser preso a qualquer  momento.

Vale considerar que segundo a ONG Transparência Internacional, entre 168 países do mundo, o Brasil ocupa o 76° lugar em termos de corrupção, a Dinamarca, considerado o país menos corrupto do mundo, em primeiro lugar. A pontuação varia de “0” a “100” pontos; quanto maior a pontuação, menos corrupto é o país, a Dinamarca ficou com 98 pontos, o Brasil com 38! Infelizmente, é verdade!

É verdade que o candidato a Presidência da República do maior país do mundo, com grandes possibilidades de ganhar as eleições, é um grande machista, xenófobo e racista.  trump
Falando sobre as mulheres,usando palavras do mais baixo calão, afirmou que quando você é famoso, pode fazer qualquer coisa com elas, dando explicações de como fazer sexo, inclusive com as casadas. Não satisfeito  afirmou que vai construir um muro na fronteira dos USA com o México, acusando os mexicanos que moram nos USA de drogados e estupradores. Sobre a juventude negra do país, afirmou que eles não possuem espírito e que acredita que a preguiça é realmente um traço dos negros. Alguns o comparam a um segundo Hitler…Infelizmente, é verdade!
kalilÉ verdade que o vencedor das eleições para a prefeitura de uma das maiores capitais do Brasil, um empresário de posses milionárias, tem processos na justiça por não pagar o IPTU, é acusado de dar o calote em seus empregados, disse que não gosta igreja, de padres e pastores, prefere beber whisky, que rouba mas não pede propina e que uma taça é muito melhor que mulher, porque a taça acorda calada e mulher nunca acorda calada. Qualquer semelhança com o candidato norte americano não é mera coincidência…Infelizmente é verdade!

É verdade que os escândalos com a pedofilia tomaram conta da Igreja Católica nos últimospedofilia-na-ic
tempos chegando ao ponto do Papa Francisco afirmar em entrevista que cerca de 2% dos clérigos católicos, ou um em cada 50, seriam pedófilos. Segundo o jornal La Reppublica, o pontífice disse que o abuso sexual de crianças era como uma “lepra” que infecta toda a igreja e pediu que o problema “seja confrontado com toda a severidade que demanda”. Infelizmente é verdade!

criminalidadeÉ verdade que, segundo dados do Atlas da Violência 2016, houve 59.627 homicídios no Brasil, o que o torna o campeão mundial de mortes por criminalidade. São cerca de 165 mortes por dia, 07 por hora! Em uma lista de 154 países com dados disponíveis com números compilados pelo Banco Mundial, o Brasil, estaria entre os 12 com maiores taxas de homicídios por 100 mil habitantes do mundo: 21,0 por 100 mil habitantes. Em Belo Horizonte, a taxa em 2014 foi de 30,8! Para se ter uma ideia, no Japão este índice é de 0,4, nos USA 4,2.  Infelizmente é verdade!

É verdade, é verdade, é verdade… Que pena, infelizmente é verdade!…

Deste jeito, onde vamos parar?…

 

 

 

 

 

 

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OS MENDIGOS E A CARIDADE: MUHAMMAD YUNUS

Confesso que fiquei bastante incomodado com a fala de Muhammad Yunus, sobre a questão de dar esmola ayunus quem nos pede, extraído do livro “O banqueiro dos Pobres” – Editora Ática, 2000. É como dizia Padre Vieira, religioso, filósofo, escritor e orador português da Companhia de Jesus que viveu no Brasil no século XVII: “O bom sermão não é aquele em que as pessoas saem felizes com o pregador, mas aquele onde as pessoas saem infelizes consigo mesmos” . Retransmito a fala do Yunus na íntegra abaixo.  Com todo o respeito, espero que vocês se sintam “infelizes”…

“…somos atacados por todos os lados por mendigos profissionais. Nossa primeira reação é dar-lhes uma esmola. Por que não? Por alguns tostões podemos aplacar nossa consciência. Quando somos abordados por um leproso com os dedos e as mãos devoradas pela doença, ficamos tão chocados que imediatamente levamos a mãos ao bolso e entregamos ao infeliz uma nota que para nós não é nada, mas representa uma fortuna para quem a recebe. Isso é útil? Não, e na maioria das vezes é até danoso.

Aquele que dá fica com a impressão de ter feito alguma coisa, mas não fez absolutamente nada.

Dar dinheiro dispensa-nos tranquilamente de encaramos o verdadeiro problema. Oferecendo uma soma irrisória, ficamos com a consciência limpa. Mas, na verdade, limitamo-nos a nos livrar provisoriamente do problema. Mas por quanto tempo?

A caridade não é uma solução, nem a longo nem no curto prazo. O mendigo passará para o outro carro seguinte e recomeçará e acabará por voltar a ver seu “benfeitor”, de quem agora precisa para viver. Se queremos sinceramente resolver o problema, precisamos nos envolver e dar início a um processo. Se o doador abrisse a porta do carro para perguntar ao mendigo qual é o seu problema, como se chama, que idade tem, se solicitou assistência médica, qual é a sua formação, então poderia talvez prestar-lhe um serviço. Mas entregar-lhe uma nota é implicitamente convidá-lo a sumir de vista para nos deixar em paz.  

Não condeno o dever moral da ajuda, nem o impulso que nos leva a ajudar os necessitados, condeno apenas a forma de que se reveste sua ajuda.

Do ponto de vista do beneficiário, a caridade pode ter efeitos desastrosos. Em muitos casos, ela desmotiva o mendigo a sair de sua situação. Quanto ao doente, ele nem sequer tenta se tratar, pois a cura significaria a perda dessa fonte de dinheiro. Há até mesmo casos, alardeados pela imprensa, de bandos de mendigos que punham recém-nascidos em potes para eles nascerem deformados; assim os mendigos profissionais poderiam transformá-los em instrumentos destinados a amolecer o coração dos passantes.

Em todos estes casos, a mendicância priva o homem de sua dignidade, dispensando-o de prover suas necessidades. Ela o incita à passividade. Não é suficiente ficar sentado e estender a mão para ganhar a vida?

Quando vejo uma criança mendigando, resisto ao impulso natural de dar. Preciso admitir que às vezes me acontece de dar a esmola, sobretudo quando a miséria é tão terrível – um doente, uma mãe cujo filho está à beira da morte – que não posso evitar levar a mão ao meu bolso e dar alguma coisa. Mas sempre que é possível, reprimo este impulso”. Muhammad Yunus – O Banqueiro dos Pobres – 2000

Parece que ele e Aristóteles andaram conversando sobre o assunto…

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EIKE BATISTA EM DOIS TEMPOS: RETRATOS DE UM PAÍS EM DECADÊNCIA

eike-i“Há empresários que operam 100% dentro da cartilha correta. Sou um deles e faço questão de me manter assim…Espero que esse tipo de comportamento inspire as pessoas a devolver à sociedade o que esta mesma sociedade proporciona no dia a dia de seus negócios. Quem age com correção acaba recompensado de uma forma ou de outra” (Eike Batista – Livro “O X da Questão” publicado em 2011. Capítulo 34: A Cartilha da Ética).
“O empresário Eike Batista disse em depoimento ter pago US$ 2,35 milhões ao PT a pedido eike-iido ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, de acordo com o Ministério Público Federal (MPF). À época, a quantia era equivalente a cerca de R$ 4,7 milhões. Para operacionalizar o repasse da quantia, o executivo da OSX foi procurado e firmou contrato ideologicamente falso com empresa ligada a publicitários já denunciados na Operação Lava Jato por disponibilizarem seus serviços para a lavagem de dinheiro oriundo de crimes. Após uma primeira tentativa frustrada de repasse em dezembro de 2012, em 19/04/2013 foi realizada transferência de US$ 2.350.000,00, no exterior, entre contas de Eike Batista e dos publicitários”, (globo.com – G1 – 22/09/16 – 09h44).
É deprimente e lamentável ver o que está acontecendo no Brasil. Está muito difícil saber em quem acreditar!…

O AMBIENTE VUCA E OS 3P’S E 1S NOS MEIOS ORGANIZACIONAIS

vucaVivemos um um mundo volátil, incerto, complexo e ambíguo. A sigla VUCA (Volatility, Uncertainly, Complexity, Ambiguity) teve sua origem no meio militar norte-americano nos anos 90 e retrata de forma muito apropriada o momento em que estamos vivendo.

O termo volátil é usado na Química para designar tudo que evapora no seu estado normal com facilidade. Nos meios organizacionais, representa a velocidade das mudanças em que o mundo está envolvido. É uma verdadeira metamorfose ambulante, como dizia Raul Seixas. Lulu Santos, com maestria, reforça este pensamento na música “Como uma onda no mar”“Nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia, tudo passa, tudo sempre passará. Tudo que se vê não é igual ao que a gente viu há um segundo. Tudo muda o tempo todo no mundo”. Todo dia surge um novo aplicativo revolucionário, os smartphones e aparelhos eletrônicos evoluem numa velocidade espantosa, tornando obsoleto o que ontem era uma grande inovação, num ciclo interminável. Grandes empresas quebram, altos executivos com seus egos inflados, que estavam no auge da carreira são presos e, trocando o terno pelo uniforme de presidiário, são colocados atrás das grades. Políticos perdem os cargos e acompanham os executivos para a prisão após serem descobertos em um lamaçal de corrupção e falcatruas. E assim caminha a humanidade…

Incerteza é o fantasma que assola o dia a dia das empresas. A única certeza é que tudo é incerto. O “P” do Ciclo PDCA de Deming encontra dificuldades nunca antes enfrentadas para ser colocado em prática. Planejar tornou-se um desafio de proporções incomensuráveis. É cada vez mais difícil levantar cenários futuros com base em acontecimentos passados. Os famosos planejamentos estratégicos tem que ser revistos em uma periodicidade cada vez maior, com o risco de se tornarem obsoletos e levarem as organizações à autodestruição.

A complexidade é enorme. Tudo se relaciona com tudo e a dificuldade de entender como as partes se relacionam entre si e com o todo desafia as mentes brilhantes. A visão sistêmica ficou ofuscada pelo emaranhado de teias multirrelacionadas. A China desacelera a produção e o mundo inteiro sofre com força o impactos econômico-social,  gerando desemprego e pobreza. Multidões de emigrantes deixam seus países fugindo das guerras,  impactando de forma dura o bem estar e a consciência das nações desenvolvidas. Desastres ecológicos acontecem gerando consequências enormes para os meios políticos, sociais e organizacionais. Presidentes e políticos eminentes caem afetando de forma direta a estabilidade econômica e social do mundo inteiro.

A ambiguidade impera em todos os sentidos, afetando a vida dos países, das organizações e das pessoas. Afinal, o deus dos terroristas que destroem de forma cruel e covarde vidas inocentes é o mesmo deus dos cristãos e dos judeus que frequentam as igrejas e sinagogas? O grande líder político que governou por longos anos o Brasil e deixou sua economia em frangalhos era de fato um grande estadista ou uma raposa travestida de cordeiro?  A mineradora que foi premiada inúmeras vezes como “benchmark” em termos de competência organizacional, social e ambiental e foi responsável  por um dos maiores desastres ecológicos do planeta era realmente íntegra ou a sua bela missão, visão e valores era só de fachada, “green-washing”, travestindo-se de verde para obter maquiavelicamente o lucro a todo custo? Onde está a verdade?

Afinal, surge a pergunta que não quer se calar: como fazer para sobreviver em meio a este ambiente? Existe um caminho, uma estratégia a ser traçada?

Os estudos e resultados concretos já alcançados por alguns iluminados indicam que sim! O investimento estratégico nos robustos pilares dos 3P’s e do 1S  -People, Planet, Profit e Spirituality -apresenta-nos a solução.  Vejamos:3ps-1s
People: o primeiro “P” está relacionado ao ser humano. As pessoas devem estar sempre em primeiro lugar, afinal, por mais que discordem os capitalistas selvagens, a razão primeira de qualquer organização, evidentemente sem abrir mão do lucros,  deveria ser o bem estar social. Quem duvida, é bom ver o conceito de Capitalismo Social ou de Capitalismo Consciente, protagonizado por John Mackey, dono da Whole Foods, uma das maiores redes de supermercados americana. A volatilidade das mudanças permanentes, o progresso acelerado da tecnologia, a correria do dia a dia e a busca pela lucratividade não nos dá o direito de passar por cima, de forma maquiavélica, da dignidade do ser humano. É como dar um tiro no próprio pé, o feitiço vira-se contra o feiticeiro e o resultado sempre é desastroso. Com certeza, as incertezas tendem a diminuir quanto maior o investimento no desenvolvimento do ser humano.

Planet: o segundo “P” está relacionado à nossa casa maior, ao planeta. O Papa Francisco na Encíclica Laudato Si já fez o alerta. Ou nós cuidamos bem do nosso planeta ou, em um futuro não muito distante, estaremos todos fadados à autodestruição, sem direito a uma segunda chance. Os gritos desesperados da natureza já andam ecoando em altos brados pelos quatro cantos do planeta, com tremores, inundações, poluição e desastres ecológicos de elevadas proporções e consequências. Estudos recentes realizados nos USA demonstraram que o aumento do número de terremotos está diretamente ligado ao processo agressivo de extração de petróleo. É urgente que entendamos de forma consciente a complexidade do mundo moderno e como as partes se relacionam entre si e com o todo.

Profit: em terceiro lugar temos o terceiro “P”, Profit – lucro. Indiscutivelmente, é inconcebível que uma empresa não dê lucro, com o sério risco de ser enquadrada como socialmente irresponsável, mas esta não pode ser a sua razão primeira de sua existência. O grande diferencial está em entender que este lucro não pode servir para a aceleração das desigualdades sociais e da pobreza e sim para o desenvolvimento social, beneficiando a todos os stakeholders.

Spirituality – espiritualidade. Pode parecer estranho para alguns falar sobre espiritualidade dentro das empresas, mas este realmente o  maior de todos os diferencias. Espiritualidade é compreender que existe um Ser maior que governa o universo, não importa que nome se dê a ele e que este Ser inspira um sentimento maior de amor e fraternidade que move todos os seres humanos em busca de um objetivo comum. É a  “propensão humana a buscar significado para a vida por meio de conceitos que transcendem o tangível, à procura de um sentido de conexão com algo maior que si próprio” (Wikipedia). 

A volatilidade, as incertezas, a complexidade e a ambiguidade podem sim serem vencidas através do investimento permanente no desenvolvimento do ser humano, no cuidado inegociável com o nosso planeta, na busca consciente pelo lucro e na espiritualidade do ser humano. É só uma questão de acreditar e colocar estes preceitos em prática de forma estratégica, consciente e inquestionável. Quem term ouvidos que ouça…