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MESA REDONDA: O RH EM 2016, CRISE OU OPORTUNIDADE?

O ser humano, sem dúvida, é o maior patrimônio de uma organização. Investir no capital humano sempre foi o melhor investimento. Organizações maduras trazem este lema de forma permanente nos seus princípios e valores e o colocam em prática, principalmente nos momentos de crise.

O RH em 2016, crise ou oportunidade: este é o tema da “Mesa Redonda” que será realizada no Núcleo de Pós-Graduação do SENAC da Guajajaras em BH no dia 17/12/15, quinta-feira.Uma excelente oportunidade para refletir sobre as perspectivas para 2016 e os caminhos que podem ser traçadas com foco na gestão com pessoas.

Evento gratuito! Inscrições antecipadas! Participe! Contatos: 0800 724 4440

MESA REDONDA SENAC

FORMAÇÃO DE ANALISTAS DE RECURSOS HUMANOS

JACK WELCHJack Welch, o lendário CEO da General Eletric nos anos 60, falando sobre Recursos Humanos nas organizações afirmou: “Para a boa Gestão de Pessoas as empresas devem elevar os profissionais de Recursos Humanos à posição de poder e primazia nas organizações e garantir que o pessoal de RH tenha qualidades especiais para ajudar os gerentes a construir líderes e carreiras. Na verdade, as melhores características do pessoal de RH são as de pastores e pais na mesma embalagem”.

Na verdade, com foco nesse pensamento de Jack Welch, as melhores organizações para se trabalhar no Brasil estão investindo fortemente nesses profissionais, transformando-os em Analistas de Desenvolvimento Humano, Analistas de Talentos Humanos, “Business Patners” e outras denominações similares, com um robusto investimento na atuação estratégica deles para o desenvolvimento do negócio.
Com um foco específico nessa linha de trabalho, a Cesarius vem investindo fortemente no desenvolvimento desses profissionais.

O CURSO DE FORMAÇÃO DE ANALISTAS DE RECURSOS HUMANOS, em referência no banner abaixo, constitui uma excelente oportunidade para aqueles que se interessam em se aprofundar no assunto. Vale a pena conferir!
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CURSO DE FORMAÇÃO DE ANALISTAS DE RH EM MARIANA

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CURSO DE FORMAÇÃO DE ANALISTAS DE RH

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CONFRATERNIZAÇÕES DE FINAL DE ANO

charge_patrao_empregadoO final do ano vem chegando e as empresas começam a se preparar para as já tradicionais festas de confraternização com seus empregados. Os buffets se preparam para faturar alto no mercado. Tudo vira festa e a impressão é que empregado e patrão esqueceram os conflitos e as crises e se irmanam num único abraço. E aí surgem certas contradições que deixam alguns observadores mais atentos bastante revoltados. É um bom momento para refletir sobre cultura organizacional e sobre ética no trabalho.

O problema é que algumas empresas ridicularizam este momento, tomando ações antiéticas, levianas e contraditórias. São empresas que durante o ano inteiro abusam de seus empregados e depois se travestem de boazinhas, fazendo deste momento um palco de cenas falsas e totalmente vazias de significado. Para acelerar o processo, o aumento do teor alcoólico estampa flashes de episódios inusitados: diretores alcoolizados fazendo discursos prolixos, vazios e acalorados, supervisores e gerentes, verdadeiros carrascos, extravasando cerveja por todos os lados, abraçam seus subordinados, como se fossem grandes companheiros no ambiente de trabalho. Tudo vira festa! Ali naquele momento, como num passe de mágica, já não mais existe patrão e nem empregado. O problema é que no outro dia, a amnésia parece ser geral! Uma ressaca infernal toma conta de todo mundo e o patrão vira de novo o bicho-papão que devora o assalariado.

Conheci uma empresa que promoveu uma festa fantástica: faixas com frases bonitas no portão de entrada, chopp à vontade, abraços e risadas escancaradas, sorteios de brindes, cheques e churrascada. Na segunda feira, logo depois da “fuapa”, houve uma demissão em massa, mandando para a rua da amargura a maioria da peãozada. Em outra empresa, como Gerente de RH, abri um processo de licitação para contratação de uma organização credenciada para realizar o evento. No final de um longo processo, com uma organização escolhida e já preparada, surge uma ordem radical para suspender o processo de forma imediata. O diretor-presidente tinha contratado a própria filha, inexperiente e dona de uma floricultura, para realizar a empreitada. O preço, como não poderia deixar de ser, foi uma fortuna, tudo em nome da locupletação familiar! Na noite de gala, o diretor-presidente, embevecido pelo poder, fez um longo e prolixo discurso, recebendo aplausos acalorados! Ninguém entendeu nada! Alguns dias depois foi um rolo danado para arrumar notas frias para prestar contas das mercadorias e dos wiskies contrabandeados…

Os exemplos são provocativos e propícios para repensar o jeito brasileiro de administrar. A cultura do “pão e circo” tem que terminar.  Antes de pensarmos em festas, precisamos rever as formas de gerenciar. Como anda o relacionamento interpessoal no dia a dia de trabalho? Existe um sistema justo de reconhecimento pelo desempenho do assalariado? O valor e a forma de remuneração são compatíveis e adequados? Existe um plano de benefícios que reconhece e tranqüiliza os empregados? Treinamento e desenvolvimento, segurança e meio-ambiente são partes de uma política sustentável? E os acidentes de trabalho; a empresa é uma fábrica de óbitos e mutilados?

Festas de confraternização têm um justo e eficaz significado; é o momento de celebrar, isto é, tornar célebre as vitórias conquistadas durante um ano inteiro de trabalho harmonioso e respeitado. É o momento de demonstrar reconhecimento de maneira coerente, espontânea e sincera pela dedicação dos empregados. O evento bem estruturado funciona como uma forma de combustível mantendo-os mais motivados. É o ápice, o resultado de um processo permanente, coerente e natural de crescimento e valorização do ambiente de trabalho. Portanto, não vale ser ignorante e desrespeitoso durante o ano inteiro e durante a festa abraçar sorridentes os empregados, não vale promover campanha contra o alcoolismo durante o ano e depois diretor se acidentar dirigindo embriagado, não vale sortear cheques e depois demitir em massa, não vale pregar ética e depois servir whisky contrabandeado!

O grupo de pagode, o chopp, os abraços, o almoço, o churrasco, a palavra do diretor-presidente são importantes e muitas vezes necessários, mas ingredientes imprescindíveis como coerência, ética, princípios, valores não podem em hipótese alguma serem esquecidos e renegados.

CURSO DE FORMAÇÃO DE ANALISTAS DE RH

Segue abaixo material de divulgação do Curso de Formação de Analistas de RH que estou promovendo em parceria com a Consultar, uma Consultoria de Recursos Humanos de BH.

O Curso é voltado para profissionais e estudantes que têm alguma relação direta ou indireta com a área de Recursos Humanos e têm interesse em se aprofundar no assunto. Investir no auto-desenvolvimento de maneira permanente é a chave do sucesso profissional! Portanto, convido-os a participar!

ANALISTAS DE RH

O RH E A ÉTICA NO SENADO

ÉTICA NO SENADOA mídia informa que o ex-diretor de Recursos Humanos do Senado João Carlos Zogby teria aberto três empresas em nome de uma ex-babá Maria Izabel Gomes, de 83 anos! Essas empresas teriam faturado nos últimos anos cerca de R$ 3 milhões em contratos assinados com o Senado.  Uau!!!

Esta não é a primeira vez que Zoghbi é envolvido em denúncias de irregularidades na Casa. Há um mês, ele pediu demissão do cargo de diretor depois da divulgação de que havia cedido aos filhos um apartamento funcional do Senado, que lhe foi destinado para morar desde 1999, o que é proibido pelas regras da Casa. Zoghbi também é acusado de ter viajado ao exterior com passagens aéreas vindas da cota de deputados federais.

A confusão entre o público e o privado é um mal que assola as instâncias parlamentares nos mais variados âmbitos, mal que também contamina algumas organizações com a confusão entre o pessoal e o profissional. É o Motorista da empresa que transforma-se em Motorista da mulher do Diretor, transportando-a para fazer compras pessoais, para salões de beleza e levando seus bichanos para tosar e alisar os pelos nos pet-shops da vida. É a participação em  Congressos que vira farra no final de semana, com direito a wisky importado e acompanhantes. São empresas de fachada próprias ou de apadrinhados que “prestam” serviços, locupletando-se ilicitamente através dos bens alheios, e outros casos similares. O cardápio é farto!

O profissional de Recursos Humanos é o responsável pela criação das políticas que regem a concessão dos benefícos de uma organização e deve ser necessariamente o guardião da ética e do profissionalismo na utilização destes benefícos. Infelizmente, pelo que parece, o ilustre Diretor de RH andou deturpando este princípio, dilapidando o patrimônio público e denegrindo a imagem da classe! É uma grande pena!..