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MBA SENAC

Sou Professor dos Cursos de MBA da Faculdade SENAC-MG há quase dez anos, trabalhando com diversas disciplinas da área de gestão de pessoas e recomendo! São cursos que associam elevado padrão de qualidade e baixo investimento. Se você quer investir no seu auto-desenvolvimento e tornar-se um profissional mais competitivo no mercado, venha estudar conosco!

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LIDERANÇA E DESENVOLVIMENTO DE EQUIPES!

LIDERANÇA - BNH OUT13

O SISTEMA DIVINA PROVIDÊNCIA

OLYMPUS DIGITAL CAMERAJá algum tempo sou um admirador do trabalho desenvolvido pelo Jairo Azevedo à frente do Sistema Divina Providência (http://www.sistemadivinaprovidencia.org). Recentemente tive a feliz oportunidade de iniciar um trabalho voluntário com eles através de uma parceria do Grupo ComVerGente (http://www.facebook.com/groups/208435939279440/?fref=ts) e a Cæsarius Consultoria (http://www.caesarius.com.br) e a admiração só veio a aumentar. Foram duas Palestras sobre Ética e Relações no Trabalho e um Curso de 15hs sobre Desenvolvimento de Lideranças, envolvendo cerca de 300 participantes nas Palestras e 30 ocupantes de cargos de liderança da instituição.

O Sistema Divina Providência é voltado para comunidades carentes e atende mais de 45.000 pessoas necessitadas. Possui 50 obras e unidades sociais localizadas em vários estados do Brasil. Só na cidade dos Meninos em Ribeirão das Neves são cerca de 5.000 alunos em regime de internato ou semi-internato, estudando e recebendo formação integral para o alcance de uma profissão e colocação no mercado. O custo médio mensal é de 01 salário mínimo por menino. Para se ter uma ideia, o custo de médio de manutenção de um presidiário em Minas Gerais gira em torno de  R$2.800,00!

Diante do exposto, vem a pergunta que não quer se calar: Qual investimento é mais viável em termos de resultados: aumentar o número de presídios ou investir na formação dos nossos jovens? Vale a pena refletir sobre o assunto e fazer uma visita à instituição para aprender lições de solidariedade eficácia na gestão de projetos sociais.

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CURSO DE DESENVOLVIMENTO DE LIDERANÇASPALESTRA LAR DOS MENINOS DE SÃO VICENTE DE PAULA

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O CORPO HUMANO E AS ORGANIZAÇÕES: UMA ABORDAGEM PAULINA

Cultura Organizacional 2 O conceito de organização traz em sua essência a comparação com o corpo humano que, composto de vários órgãos e trabalhando em perfeita sintonia entre si, garante a vida do ser humano. Todos os membros indistintamente, da cabeça ao dedão do pé, têm uma missão a cumprir e desempenham esta missão com precisão e harmonia.  A dor sentida por um membro é sentida por todos os demais membros, da mesma forma, a sensação de prazer experimentada por um membro também se reflete por todos os demais. Afinal, como se sente seu corpo depois de receber uma pisada no dedão do pé ou de receber um carinhoso cafuné…

Assim no corpo como na empresa. A Primeira Carta de Paulo aos Coríntios, com uma pequena adaptação e uma boa dose de criatividade, poderia nos ensinar como deveriam funcionar as organizações para se tornarem competitivas no mercado.

Primeira Carta de Paulo aos Empregados

Como o corpo é um, embora tenha muitos membros, e como todos os membros do corpo, embora sejam muitos, formam um só corpo, assim também acontece nas empresas. De fato, todos os empregados, foram contratados com um único espírito, para formarem um único corpo, e todos com um mesmo objetivo. Com efeito, o corpo não é feito de um membro apenas, mas de muitos membros. Se o pé disser: “Eu não sou mão, portanto não pertenço ao corpo”, nem por isso deixa de pertencer ao corpo. E se o ouvido disser: “Eu não sou olho, portanto não pertenço ao corpo”, nem por isso deixa de pertencer ao corpo. Se o corpo todo fosse olho, onde estaria o ouvido? Se o corpo todo fosse ouvido, onde estaria o olfato? De fato, o Criador dispôs os membros, e cada um deles no corpo, como quis. Se houvesse apenas um membro, onde estaria o corpo? Há muitos membros e, no entanto, um só corpo. O olho não pode, pois, dizer à mão: “Não preciso de ti”. Nem a cabeça pode dizer aos pés: “Não preciso de vós”. Se um membro sofre, todos os membros sofrem com ele, se um membro é honrado, todos os membros se regozijam com ele.

Vós, todos juntos, formam o corpo da empresa e, individualmente, sois membros desse corpo. Na empresa, em posição estratégica foram colocados os ocupantes de cargos de liderança e depois todos os demais, com as mais variadas atribuições a saber: produzir, dar manutenção, comercializar, comunicar, recrutar e selecionar, contratar e desligar, treinar, pagar, receber, contabilizar, avaliar, recompensar e motivar, entre outros. Acaso só os ocupantes de cargos de liderança são importantes?   Acaso existe um setor mais importante que o outro? Portanto, cada um em sua especialidade, dê o melhor de si, e todos serão recompensados.

É evidente que trata-se de uma adaptação e esta Carta não foi escrita pelo Apóstolo, mas poderia. É fato que um dos maiores problemas enfrentados pelas organizações contemporâneas está relacionado à falta do espírito de equipe e disputa pelo poder, tanto entre indivíduos, quanto entre áreas, comprometendo fortemente seus resultados. E você, como se relaciona com seus colegas de trabalho? E na sua empresa, existe espírito de equipe a exemplo do corpo citado pela Carta? As áreas da sua empresa funcionam de maneira harmônica e com foco em um mesmo objetivo? Vale a pena refletir sobre a questão.

ROTATIVIDADE DE PESSOAL NO VAREJO

O elevado índice de rotatividade de pessoal (turn-over) nas organizações é um problema sério , principalmente no varejo, e precisa ser sanado, pois vem jogando grande parte dos lucros destas organizações pelo ralo. Taxas de 40, 50, 60 ou até 90%, como já ouvi falar, são realmente de assustar! O problema maior está em admitir que esta é uma situação normal. Em uma das aulas do Curso de Pós-Graduação de Gestão Estratégica de Pessoas onde leciono, uma das alunas atribuiu o fato à rebeldia e inconstância da Geração Y, que compõe grande parte dos empregados que atuam nesta área. Outros afirmam que é assim mesmo que funciona, os empregados são preguiçosos e não querem nada com nada e já entram nas empresas pensando em sair para receber o seguro-desemprego! Será???…

O desafio que se apresenta às lideranças é descobrir a causa fundamental do problema, responder de maneira objetiva à pergunta: por que os empregados se desligam de maneira tão precoce destas organizações? Afinal, não é normal que um empregado, qualquer que seja, seja admitido em uma empresa e, após um curto período, já esteja desmotivado e se desligue ou seja desligado. É o famoso “Efeito Balde Furado”: a torneira fica aberta para enchê-lo, mas ele nunca se enche, um buraco no fundo deixa escoar seu conteúdo para o ralo! Contrata-se muita gente todos os dias, mas o quadro de pessoal nunca esta completo, a mão-de-obra (treinada!) “escoa” para o mercado  gerando um prejuízo traumático! Que fatores podem estar contribuindo para isto? Recrutamento e Seleção mal realizados? Falta de reconhecimento financeiro ou pessoal? Problemas de relacionamento com os colegas e/ou com a chefia imediata? Condições de trabalho inadequadas? Carga horária excessiva? Certamente, uma análise prática e criteriosa da Teoria Motivacional de Maslow poderá fornecer uma resposta adequada!…Eis aí um grande desafio para a gestão estratégica de pessoas nas organizações. Com certeza, uma boa consultoria poderá apresentar a solução para o problema apresentado… www.caesarius.com.br

AFINAL, O QUE É MOTIVAÇÃO???

Em qualquer discussão sobre resultados, trabalho em equipe, superação e mudanças na empresa, a motivação aparece como base que sustenta os objetivos. As empresas ainda cometem muitos erros nas estratégias motivacionais. Às vezes, elas representam apenas uma perda de tempo e de recursos. Para manter os funcionários motivados e produtivos, é preciso boa intenção e algumas ações criativas. A motivação é um processo interno dinâmico, como explica o consultor e especialista em gestão de pessoas, Júlio César Vasconcelos:

Motivação, como o próprio nome indica, significa ter um “motivo para ação”. E aí, vem a pergunta que não quer se calar: como motivar um empregado? A resposta é clara: imagine uma empresa que paga salários bem acima da média de mercado, possui um programa de benefícios arrojado, o clima organizacional é saudável, as lideranças são participativas e os empregados têm liberdade total de expressão, existe oportunidade de crescimento para todos, investe de maneira sistemática e permanente no desenvolvimento de seus empregados e as condições de trabalho são perfeitas. Certamente, com toda certeza, os empregados desta empresa estão motivados, têm “motivos para ação” em prol do aumento de produtividade e lucratividade desta empresa. Esta empresa é uma empresa de sucesso! Agora imagine o contrário: a empresa paga salários bem abaixo da média de mercado, não disponibiliza nenhum benefício, o clima organizacional é ruim, os líderes são autoritários e os empregados têm medo de se manifestar, não existe oportunidade de crescimento e as condições de trabalho são péssimas. Certamente, de forma contrária à anterior, com toda certeza os empregados desta empresa não estão motivados, não “têm motivos para a ação” em prol do aumento de produtividade e lucratividade. Esta não é uma empresa de sucesso e a médio longo prazo está fadada ao fracasso! Portanto, a conclusão é lógica: a motivação é a chave do sucesso de qualquer organização! E você, em qual empresa está inserido? Qual o seu nível de motivação? Se você está ou possui uma empresa semelhante a segunda empresa citada, está na hora de mudar! É bom lembrar que só prêmios em dinheiro não têm efeito motivacional. Elogios, desafios de acordo com a capacidade das pessoas e um bom ambiente de trabalho são fatores motivacionais básicos e não custam muito.

Este comentário foi postado na Rádio CBN/BH no Programa da Tereza Goulart,  Vida Executiva  http://busca.globo.com/Busca/cbn/?query=VIDA%20EXECUTIVA . Se você ou sua empresa deseja se aprofundar sobre o assunto, entre em contato com a Caesarius www.caesarius.com.br.

CONFRATERNIZAÇÕES DE FINAL DE ANO

charge_patrao_empregadoO final do ano vem chegando e as empresas começam a se preparar para as já tradicionais festas de confraternização com seus empregados. Os buffets se preparam para faturar alto no mercado. Tudo vira festa e a impressão é que empregado e patrão esqueceram os conflitos e as crises e se irmanam num único abraço. E aí surgem certas contradições que deixam alguns observadores mais atentos bastante revoltados. É um bom momento para refletir sobre cultura organizacional e sobre ética no trabalho.

O problema é que algumas empresas ridicularizam este momento, tomando ações antiéticas, levianas e contraditórias. São empresas que durante o ano inteiro abusam de seus empregados e depois se travestem de boazinhas, fazendo deste momento um palco de cenas falsas e totalmente vazias de significado. Para acelerar o processo, o aumento do teor alcoólico estampa flashes de episódios inusitados: diretores alcoolizados fazendo discursos prolixos, vazios e acalorados, supervisores e gerentes, verdadeiros carrascos, extravasando cerveja por todos os lados, abraçam seus subordinados, como se fossem grandes companheiros no ambiente de trabalho. Tudo vira festa! Ali naquele momento, como num passe de mágica, já não mais existe patrão e nem empregado. O problema é que no outro dia, a amnésia parece ser geral! Uma ressaca infernal toma conta de todo mundo e o patrão vira de novo o bicho-papão que devora o assalariado.

Conheci uma empresa que promoveu uma festa fantástica: faixas com frases bonitas no portão de entrada, chopp à vontade, abraços e risadas escancaradas, sorteios de brindes, cheques e churrascada. Na segunda feira, logo depois da “fuapa”, houve uma demissão em massa, mandando para a rua da amargura a maioria da peãozada. Em outra empresa, como Gerente de RH, abri um processo de licitação para contratação de uma organização credenciada para realizar o evento. No final de um longo processo, com uma organização escolhida e já preparada, surge uma ordem radical para suspender o processo de forma imediata. O diretor-presidente tinha contratado a própria filha, inexperiente e dona de uma floricultura, para realizar a empreitada. O preço, como não poderia deixar de ser, foi uma fortuna, tudo em nome da locupletação familiar! Na noite de gala, o diretor-presidente, embevecido pelo poder, fez um longo e prolixo discurso, recebendo aplausos acalorados! Ninguém entendeu nada! Alguns dias depois foi um rolo danado para arrumar notas frias para prestar contas das mercadorias e dos wiskies contrabandeados…

Os exemplos são provocativos e propícios para repensar o jeito brasileiro de administrar. A cultura do “pão e circo” tem que terminar.  Antes de pensarmos em festas, precisamos rever as formas de gerenciar. Como anda o relacionamento interpessoal no dia a dia de trabalho? Existe um sistema justo de reconhecimento pelo desempenho do assalariado? O valor e a forma de remuneração são compatíveis e adequados? Existe um plano de benefícios que reconhece e tranqüiliza os empregados? Treinamento e desenvolvimento, segurança e meio-ambiente são partes de uma política sustentável? E os acidentes de trabalho; a empresa é uma fábrica de óbitos e mutilados?

Festas de confraternização têm um justo e eficaz significado; é o momento de celebrar, isto é, tornar célebre as vitórias conquistadas durante um ano inteiro de trabalho harmonioso e respeitado. É o momento de demonstrar reconhecimento de maneira coerente, espontânea e sincera pela dedicação dos empregados. O evento bem estruturado funciona como uma forma de combustível mantendo-os mais motivados. É o ápice, o resultado de um processo permanente, coerente e natural de crescimento e valorização do ambiente de trabalho. Portanto, não vale ser ignorante e desrespeitoso durante o ano inteiro e durante a festa abraçar sorridentes os empregados, não vale promover campanha contra o alcoolismo durante o ano e depois diretor se acidentar dirigindo embriagado, não vale sortear cheques e depois demitir em massa, não vale pregar ética e depois servir whisky contrabandeado!

O grupo de pagode, o chopp, os abraços, o almoço, o churrasco, a palavra do diretor-presidente são importantes e muitas vezes necessários, mas ingredientes imprescindíveis como coerência, ética, princípios, valores não podem em hipótese alguma serem esquecidos e renegados.