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EU DISSE QUE NÃO DISSE

O ambiente é composto por uma sala pequena, suja e mal iluminada por uma lâmpada vermelha como tomate, pendurada por um fio no centro. Debaixo dela, sentado em um tamborete, um preso político sentado com as mãos algemadas para trás. Cabeça baixa, olhar distante, pensando por onde andam seus companheiros. Circulando ao seu redor, com braços para trás, a passos lentos e sonoros, um policial com ar carrancudo e nervoso. Ele, então, com ar de inquisidor, pergunta para o preso, com uma voz grave e cortante:

-E aí você disse ou não disse?

O preso, filósofo e poeta, olha para o policial através dos pequenos óculos com ar de superioridade e diz de forma pausada:

-Eu disse que não disse, mas se você quiser eu afirmo que não disse que disse.

O policial, meio confuso, voltou a perguntar, com um ar mais exaltado:

-Afinal você disse ou não disse? Responda à minha pergunta porra!

O preso, olhou para ele novamente, deu um suspiro e novamente pronunciou:

-Já te respondi, mas se você quiser eu mudo a resposta. Eu não disse que não disse.

O policial, agora mais nervoso, deu um grito:

-Responde direito a minha pergunta peste ou vou te encher de porrada.

O preso, sem se mostrar assustado com o destempero do milico, balança a cabeça e volta a afirmar:

-Se a resposta eu não disse que não disse ou não disse que disse e nem eu disse que não disse te não satisfazem, só me resta admitir que eu disse que disse, embora não seja isso que eu esteja querendo dizer.

O policial apelou e deu no preso uma cacetada, jogando-o desacordado no chão.

-Filho da puta! Está me achando com cara de idiota!

Ainda tem gente que tem saudades desse tempo!…

A ARTE DE FALAR EM PÚBLICO

O mais importante na comunicação é ouvir o que não foi dito”. (Peter Drucker)

Dor de barriga, suor frio, tremedeira, branco de ideias, gaguejamento, vermelhidão no rosto e outros sintomas traumáticos são os enfrentados por algumas pessoas quando solicitadas para falar em público. Provavelmente, você mesmo, meu caro leitor, já tenha passado por situações como esta e sentido o quanto é desagradável. A verdade é que, independentemente da profissão ou posição social, de vez em quando somos chamados a expor nossas ideias em público e quanto maior o nível de responsabilidade do cargo que o profissional ocupa, maior o nível de cobrança nesse aspecto. Um profissional que ocupa um cargo de liderança e não consegue expor suas ideias em público realmente se encontra em uma situação muito complicada!

Vejamos então algumas dicas úteis que podem ajudar quem se encontra nessa situação:

Primeiro: absolutamente, não se aventure a falar sobre um assunto que você não tenha domínio. O risco de falar besteiras é muito grande e pode comprometer seriamente sua reputação.

Segundo: prepare com antecedência um pequeno resumo básico sobre o que vai falar. Se necessário, utilize-o sutilmente como “cola” quando estiver falando. Havendo tempo e recursos de áudio e vídeo disponíveis, utilize um programa de apresentação estilo “power point”, caso domine a ferramenta. Caso não domine, dê um jeito de aprender urgente. A tecnologia, quando bem utilizada, é uma excelente parceira nesses casos.

Terceiro: saiba qual o perfil do público que vai te ouvir e utilize a linguagem de acordo com esse perfil. Linguagem muito técnica ou rebuscada para leigos no assunto ou uma linguagem muito coloquial diante de um público mais bem preparado pode comprometer seriamente a compreensão da sua mensagem a ser repassada.

Quarto: muito cuidado com o traje, a postura e a aparência física. Vestimentas velhas, desbotadas, sujas ou extravagantes, cabelos desgrenhados e barba malfeita podem comprometer seriamente sua apresentação. Mascar chicletes ou alimentar-se quando estiver apresentando, manter-se encolhido como se estivesse com medo, são atitudes que devem ser determinantemente evitadas.

Quinto: faça movimentos laterais e longitudinais de maneira espontânea e ordenada no seu espaço de apresentação. Um movimento de aproximação com o público é um grande atrativo. Ficar fincado como uma estaca em frente à plateia gera monotonia e desinteresse. 

Sexto: olhe nos olhos das pessoas quando estiver falando; isso faz com que as pessoas sintam que você está falando para elas e não para alguém invisível.

Sétimo: procure interagir com o público. Se conhecer alguém da plateia, chame-o pelo nome, envolvendo-o quando estiver abordando algum assunto relevante. Isso faz com que as pessoas se sintam presentes e importantes.

Oitavo: utilize a linguagem corporal para apresentar sua mensagem. O corpo fala! Faça gestos espontâneos com as mãos para dar ênfase à sua fala.

Nono:  se for interrompido ou alguém se manifestar contrário à sua mensagem, não entre em polêmica. Respeite a opinião do outro e não se deixe abalar. Ideias divergentes das nossas fazem parte do dia a dia.

Finalmente, se você é um profissional e quer vender bem a sua imagem, o que é perfeitamente justo e necessário para seu autodesenvolvimento, se houver oportunidade, não hesite em manifestar sua opinião de uma maneira sensata e bem embasada, onde quer que seja. Lembre-se, você é o seu maior empreendimento e se você se vender bem, com certeza, aumentarão e muito suas chances de sucesso!

Artigo publicado no Jornal Panfletu’s Edição 774 de 05/12/19

Cousas e Causos entre os casarões centenário da Rua Direita!

ESTILOS DE GESTÃO: GRID GERENCIAL

Uma organização que visa (somente) o lucro é, não apenas falsa, mas também irrelevante. O lucro não é a causa da empresa, mas sua validação. (Peter Drucker)

Os dois estudiosos norte-americanos Robert Blake e Jane Mouton criaram em 1964 o conceito de Grid Gerencial. Nesse modelo, as organizações, quer sejam públicas, quer sejam privadas são classificadas em 05 grandes grupos, através do estabelecimento de uma relação com o foco em pessoas ou com o foco em resultados. A escalas de intensidade de cada foco, pessoas ou resultados, varia de 1 a 9, sendo 1 o menor nível e 9 o maior nível de intensidade.

Dentro desse princípio, o primeiro Estilo é o chamado 1.1 ou Gestão Esvaziada, ou seja, os profissionais que se enquadram nesse estilo não estão preocupados nem com a valorização e desenvolvimento das pessoas envolvidas e nem com os resultados a serem alcançados. A grande maioria está simplesmente fingindo que trabalha, esperando a aposentadoria chegar, para continuar não fazendo nada. Infelizmente, é o estilo típico de algumas repartições públicas que encontramos por aí quando precisamos de algum serviço comunitário.

Na sequência, temos o Estilo 1.9, também chamado de “Clube Campestre”. Nesse Estilo os profissionais se preocupam excessivamente com o bem-estar pessoal e esquecem os resultados. Impera a ausência enganosa de conflitos em nome da “paz familiar”. Em nome da falsa harmonia, os problemas são maquiados, com forte comprometimento dos resultados a serem alcançados. As empresas familiares são um belo palco para o surgimento desse tipo de Estilo.

O terceiro Estilo é o 9.1 – “Tarefas” é voltado especificamente para a obtenção de resultados. Impera aqui o princípio maquiavélico, onde o fim justifica os meios. O mais importante é o lucro a qualquer custo, não importa os meios a serem utilizados. As pessoas e o meio onde estão inseridas não passam de um mero joguete nas mãos dos poderosos. Nesse Estilo, pessoas são presas por corrupção, acidentes fatais acontecem, barragens rompem, empresas falem…

O quarto Estilo, é o 9.9, conhecido como “Gestão de Equipes”. É o mais recomendado de todos, visto que aqui os profissionais estão realmente preocupados com a valorização e desenvolvimento das pessoas, mas também com a obtenção de resultados. Esses dois princípios andam de mãos dadas: a necessidade de obtenção de lucros nunca passa por cima dos valores pessoais e da dignidade do ser humano. Infelizmente, são poucas as organizações que se enquadram nesse Estilo, embora esteja em fase de crescimento um forte movimento nesse sentido. Com essa filosofia, vale a pena conhecer o conceito de Capitalismo Consciente criado por John Mackey, CEO da rede de supermercados norte americana Whole Foods e Rajendra Sisodia, professor da Universidade de Bentley, nos Estados Unidos.

 Por último temos o Estilo 5.5 ou “Mediano”, que reúne características de todos os outros 04 Estilos e impera uma preocupação moderada tanto com pessoas, tanto com resultados, sem investir de forma aprofundada em nenhum dos dois.

Evidentemente que o Estilo em que se enquadra uma empresa faz toda a diferença para ela mesma e para a sociedade onde está inserida. Os estudos têm demonstrado que investir de forma estratégica e consciente em pessoas e em resultados – Gestão de Equipes – é a grande solução.

Surge então a pergunta que não quer se calar: em qual Estilo eu me enquadro? Em qual Estilo se enquadra a minha organização?

Se você quiser se aprofundar no assunto, faça contato conosco! Com certeza poderemos ajudar a você e a sua empresa a melhorar seus resultados.

Artigo publicado no Jornal Panfletu’s Edição Nº 774 de 28/11/19

TERÇA GERENCIAL

Invista no seu autodesenvolvimento e no desenvolvimento do seu negócio! Imperdível! Link para inscrição: http://encurtador.com.br/dHMOY

ENEAGRAMA:EM BUSCA DO AUTOCONHECIMENTO

“Como seres humanos a nossa grandeza não esem refazermos o mundo, mas em sermos capazes de refazer a s mesmos”. (Mahatma Gandhi)

Responda com sinceridade: Você se conhece bastante? Consegue enumerar com facilidade quais são suasqualidades cseuspontos ftacos?

Façamos. então, se me pennitem os meus caros leitores, um pequeno teste. Pegue uma caneta e um papel e.em 05 minutos, faça uma pequena lista de 1O qualidades e 1O pontos fracos que você possui.

E aí, conseguiu? Tendo como base minha longa experiência trabalhando em sala de  aula e ministrando cursos comportamentais. afirmaria que provavelmente você não conseguirá, assim como quase todos que já passaram por essa experiência . Por que será?

Conhecer-se a si mesmo é um grande desafio! Falar dos outros é fâcil, o dificil e falar de si mesmo!Afinal. quem é você?

O autoconhecimento é uma das maiores fomes de sabedoria. Quanto mais o ser humano se conhece, maispossibilidades ele tem de conhecer seus pontos fortes e seus pontos fracos e investir no seu autodesenvolvimento . Existem várias fomas de se investir nessa área, uma delas é através de uma filosofia milenar conhecida como Eneagrama.

O Eneagrama é um estudo da personalidade humana, criado há cerca de 4.500 anos que classifica o comportamento humano segundo nove grandes tipos. Sua autoria é desconhecida, mas seu conhecimento aparece na história das tradições iniciáticas ocidentais da humanidade, na raiz dos conhecimentos gnósticos, judaicos, cristãos e islâmicos.Tem sua origem etimológica nos termos gregos “enea”,que significa ·”nove”e “grama”, que  significa  desenho.  Foi redescoberto no final do século XIX e inicio do século XX pelo filósofo russo Georges lvanovich Gurdjieff através do contato com mestres de uma fraternidade secreta chamada Sarmung, num território não bem definido, hoje, entre o Afeganistão e a Turquia e a partir daí ganhou o mundo.

O símbolo do Eneagrama, como não poderia deixar de ser, é um poligono de nove lados, o eneágono. Cada ponta desse eneágono representa um tipo de personalidade.Os estudos milenares afirmam que todos nós seres humanos nos enquadramos em um desses nove tipos. com características marcantes que fazem a diferença de cada um deles.Assim nós temos no Tipo 1, o Perfeccionista. no Tipo 2 o Doador, no Tipo 3 o Vencedor e nos Tipos 4, 5, 6, 7, 8 e 9 os Tipos Romântico, Observador, Controlador, Epicurista, Autoritário e Mediador, respectivante. Cada um desses Tipos possuem uma série de pontos fortes  e  de  pontos  fracos  que  podem   ser identificados  através de um  Inventário auto avaliativo preenchido com a orientação  de um profissional especialista em Enegrama.

A lém da possibilidade  de  investir  no autoconhecimcnto, o Eneagrama também permite conhecer e entender o comportamento das outras  pessoas que fazem  narte  do nosso convívio, facilitando o relacionamen to interpessoal. quer seja no trabalho, quer seja no convívio familiar ou social.

O grande Mahanna Gandhi já dizia cm suas pregações em sua luta pela paz:.”Como seres humanos o nosso grandeza não está em sermos capazes de de mudar o mundo, mas em sermos capazes de refazer a nós mesmos”. É impossível sermos capazes de nos refazermos sem que nos conheçamos a nós mesmos.

A Cesarius Gestão de Pessoas é especialista em Eneagrama, portanto, se você quiser investir no seu autodesenvolvimento, faça contato conosco.

www.caesarius.com.br cesarius@lcesarius.com.br (3I )99345-0515

Artigo publicado no Jornal Panfletu ‘s Edição Nº 773 de 2 1/11/19

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